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Shinobi – Art of Vengeance - Várias plataformas

Shinobi: Art of Vengeance marca o retorno triunfante de uma das séries clássicas mais queridas do gênero ação e plataforma. Lançado para Nintendo Switch, PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One, Xbox Series X|S e PC, o jogo traz de volta o lendário ninja após um longo hiato desde o último título original da franquia.

Um retorno após anos de silêncio

Foram muitos anos sem um novo jogo da série, o que elevou ainda mais a expectativa dos fãs. "Art of Vengeance" não apenas resgata a essência de Shinobi, como a reinventa com um cuidado que mistura respeito ao passado e ousadia moderna. O resultado é um revival que se sente ao mesmo tempo clássico e completamente atual.

Estilo retrô renovado

O jogo recupera o estilo tradicional que sempre definiu a franquia: ação rápida, plataformas bem construídas, combate direto e foco na habilidade do jogador. Porém, novos elementos foram incorporados para enriquecer a experiência, como:

  • sistema de combos mais fluido;

  • técnicas ninjas aprimoradas;

  • ferramentas e habilidades que desbloqueiam caminhos;

  • áreas opcionais e segredos espalhados pelas fases.

Esse conjunto cria uma jogabilidade que honra a fórmula clássica, mas sem parecer presa ao passado.

Gráficos desenhados e animação impecável

Visualmente, o jogo impressiona pelo estilo 2D desenhado à mão, com cenários vibrantes e animações suaves que dão vida a cada movimento do protagonista. Os cenários variam entre regiões tradicionais japonesas, áreas urbanas e locais com toques mais fantasiosos, sempre com muita atenção aos detalhes.

As animações do ninja, dos inimigos e dos chefes têm peso, fluidez e personalidade. É o tipo de direção artística que mantém a alma retrô, mas com qualidade técnica que só os jogos modernos conseguem entregar.

Trilha sonora e efeitos sonoros

A música reforça a atmosfera ninja clássica com uma pegada mais épica e moderna. Os efeitos sonoros — golpes, magias, saltos e impactos — têm presença marcante e tornam os confrontos ainda mais intensos. O áudio, como um todo, trabalha a favor da imersão, dando ritmo e identidade forte ao jogo.

Jogabilidade sólida e desafiadora

A jogabilidade é o ponto mais forte do título. O controle é preciso, o combate é rápido e exige reflexos apurados, e as fases combinam acrobacias, lutas e momentos de exploração. O jogo conta com:

  • chefes desafiadores;

  • seções de plataforma que exigem atenção;

  • desafios extras e modos adicionais;

  • possibilidade de adotar diferentes estilos de combate.


Embora traga elementos de exploração, o foco continua sendo ação e precisão, exatamente o tipo de experiência que os fãs da série desejavam.

Pontos fortes

  • Excelente retorno da franquia após longo hiato.

  • Visual 2D desenhado à mão de altíssima qualidade.

  • Combate rápido, variado e agradável de dominar.

  • Jogabilidade que combina nostalgia e modernidade.

  • Trilha sonora envolvente e efeitos fortes.

  • Muita rejogabilidade graças aos modos extras e segredos.

Pontos a considerar

  • Alguns cenários possuem tantos elementos que podem poluir a tela em momentos intensos.

  • Quem espera uma exploração profunda no estilo metroidvania pode achar a proposta limitada nesse aspecto.


Veredito 

Shinobi: Art of Vengeance é um retorno digno e poderoso da franquia. O jogo mescla nostalgia com novas ideias, trazendo uma estética moderna, combate envolvente e uma experiência fiel à identidade da série. Para fãs de ação 2D, ninjas e jogos desafiadores, este é um título indispensável, um renascimento à altura do legado de Shinobi.

Hollow Knight: Silksong: a longa espera que valeu a pena

Depois de uma das esperas mais comentadas do mundo dos games independentes, Hollow Knight: Silksong finalmente chegou. Anos de desenvolvimento silencioso, surgimento de teorias, adiamentos e expectativas da comunidade criaram um dos lançamentos mais aguardados desta geração. Mas agora que o jogo está em mãos, a grande questão é valeu a espera? Sim e muito.

A seguir, exploramos o longo período de criação, seus gráficos, som, jogabilidade e tudo o que evoluiu em relação ao clássico Hollow Knight.

Um desenvolvimento longo e cheio de expectativas

Silksong começou como um simples DLC, mas cresceu tanto em escopo e ambição que se transformou em um jogo completo. Esse crescimento, aliado ao perfeccionismo da equipe da Team Cherry, prolongou o desenvolvimento muito além do imaginado e convenhamos, também alimentou a ansiedade dos fãs.

Apesar disso, o resultado mostra que o tempo foi bem utilizado: cada área, animação e sistema do jogo transparece cuidado artesanal e um refinamento típico de projetos independentes guiados pela paixão.

Gráficos: o familiar elevado a um novo patamar

Visualmente, Silksong mantém a estética desenhada à mão do original, mas com um nível de polimento superior. Pharloom, o novo reino, é extremamente variado, com ambientes mais vivos, animados e detalhados. A fluidez das animações de Hornet e dos inimigos chama atenção logo de início.

A paleta de cores é mais vibrante que a de Hallownest, oferecendo cenários que parecem respirar e se transformar ao nosso redor. O jogo preserva a identidade visual da série, mas eleva tudo com naturalidade, como se fosse uma evolução inevitável.

Som: trilha e efeitos que constroem atmosfera

A trilha sonora segue a tradição da franquia: melodias emotivas, que equilibram mistério, tensão e contemplação. Cada área tem tema próprio, que se encaixa perfeitamente no clima daquele ambiente.

Os efeitos sonoros dos ataques, impactos, movimentações e elementos ambientais estão ainda mais ricos e nítidos, ajudando a construir uma ambientação mais envolvente. O som tem papel importante na sensação de movimento constante e na imersão durante combates.

Jogabilidade: agilidade e profundidade estratégica

A maior revolução de Silksong está na jogabilidade. Hornet é mais rápida, elástica e técnica que o Cavaleiro do primeiro jogo. Isso muda completamente o ritmo.

Entre as novidades:

  • Ferramentas que ampliam o estilo de combate e oferecem recursos ofensivos e de suporte.

  • Crests e variações que permitem customizar o estilo de jogo de forma mais direta.

  • Sistema de Silk, que substitui a cura tradicional e adiciona camadas de estratégia na administração de habilidades.

O combate é mais dinâmico e variado, e a exploração ganha novas possibilidades graças aos movimentos verticais, impulsos e ganchos. O resultado é uma experiência mais veloz, mais fluida e que incentiva abordagens diferentes para cada área e chefe.

Evolução em relação ao antecessor

Comparando com Hollow Knight, Silksong se destaca por oferecer:

  • Mobilidade significativamente maior, deixando o jogo mais ágil.

  • Sistemas de build mais elaborados, permitindo que o jogador encontre estilos próprios.

  • Quests secundárias mais estruturadas, que expandem narrativas locais e recompensas.

  • Cenários mais iluminados e variados, ampliando a sensação de descoberta.

  • Combate mais tático, menos dependente de uma única forma de jogar.

Apesar das novidades, o jogo mantém o DNA do original: desafios difíceis, ambientação profunda e progressão marcada por exploração, descobertas e domínio das mecânicas.

Veredito 

Hollow Knight: Silksong consegue a façanha de ser fiel ao espírito do primeiro jogo enquanto oferece uma experiência mais ampla, refinada e dinâmica. Tudo parece maior, mais vivo e mais polido. A espera foi longa (muito longa), mas o resultado mostra que o tempo extra foi usado para criar algo especial.

Para fãs de metroidvanias, é obrigatório. Para quem amou o original, é a evolução que todos imaginavam. E para novos jogadores, é um dos melhores pontos de entrada no gênero.

Gears 5 (Xbox Series X)

Lançado originalmente em 2019 para Xbox One e PC, Gears 5 chegou cercado de expectativas. A franquia Gears of War já era consolidada como um dos pilares da marca Xbox, e cada novo capítulo era aguardado como um grande evento. A recepção da crítica foi extremamente positiva: elogiou-se o enredo mais pessoal e dramático, a variedade de modos e, claro, a evolução técnica.

Quando o Xbox Series X foi lançado em 2020, Gears 5 foi um dos títulos escolhidos para mostrar a força da nova geração. A atualização gratuita trouxe gráficos aprimorados, desempenho turbinado e novidades como o modo multiplayer a 120 FPS. Na época, veículos especializados exaltaram o game como um dos “cartões de visita” do poder do novo console.

Gráficos – Uma nova pintura em 4K

Se nos acostumamos com o visual impressionante da versão de Xbox One, no Series X o jogo parece ter passado por um banho de loja de última geração.

  • Texturas em altíssima resolução dão vida a armaduras, cenários destruídos e até detalhes sutis, como poeira no ar.
  • O ray tracing faz toda a diferença na iluminação: luzes atravessando frestas, reflexos de fogo em superfícies metálicas e sombras que se movimentam com realismo.
  • Rodando em 4K dinâmico a 60 FPS na campanha, o jogo mantém fluidez e nitidez, mesmo nas cenas de ação mais caóticas.


Durante as cutscenes, a riqueza de detalhes impressiona: rugas no rosto de Marcus, expressões de Kait e cenários devastados que parecem uma pintura viva.

Som – O peso da guerra em seus ouvidos

A franquia sempre foi conhecida por um trabalho sonoro de ponta, e aqui não é diferente:

  • Os efeitos sonoros são um espetáculo à parte: tiros secos, serras da Lancer rasgando carne e o eco explosivo das granadas criam uma sensação brutal de guerra.
  • A trilha sonora orquestrada dá o tom épico, alternando entre tensão, melancolia e pura adrenalina.
  • As dublagens são convincentes, carregadas de emoção, e isso reforça o peso dramático da história.

A única ressalva relatada por alguns jogadores no lançamento foram pequenos problemas de mixagem de vozes, mas nada que tirasse o brilho da experiência.

Jogabilidade – Brutalidade refinada

A essência de Gears permanece intacta: combate pesado, cobertura estratégica e aquela satisfação única de eliminar inimigos com a serra elétrica. Mas Gears 5 no Series X vai além:

  • Controle preciso e responsivo, com latência reduzida em até 60% comparado ao Xbox One.
  • Multiplayer a 120 FPS, oferecendo fluidez impecável para os fãs mais competitivos.
  • Os modos Horde e Versus seguem como grandes chamarizes, agora beneficiados por carregamentos quase instantâneos.
  • A campanha traz áreas mais abertas, oferecendo liberdade de exploração inédita na franquia.

Veredito 

No Xbox Series X, Gears 5 não é apenas um jogo revisitado: é quase uma edição definitiva. Gráficos dignos de nova geração, som impecável e jogabilidade afiada colocam este título como um dos melhores shooters em terceira pessoa já lançados.

Dragon Ball FighterZ (PS4/Xbox /Switch ) – Um Kamehameha de qualidade!

Quando falamos em jogos baseados em Dragon Ball, a expectativa sempre é alta, principalmente por conta da base de fãs apaixonada e exigente. Em 2018, Dragon Ball FighterZ chegou ao PlayStation 4 e surpreendeu o público e a crítica, não só como um ótimo jogo da franquia, mas como um dos melhores jogos de luta daquela geração.

Lançamento e Produção

Desenvolvido pela Arc System Works (conhecida pela série Guilty Gear e BlazBlue) e publicado pela Bandai Namco, Dragon Ball FighterZ foi lançado em janeiro de 2018. A decisão de colocar a Arc System Works no comando foi certeira: o estúdio trouxe sua experiência com jogos de luta em 2D e aplicou com maestria ao universo de Akira Toriyama.

O visual, feito com a técnica cel-shading, dá a sensação de estar controlando um episódio do anime em tempo real, algo que nenhum outro jogo da série havia conseguido com tanto sucesso até então.

Jogabilidade

A jogabilidade de FighterZ é acessível, mas com profundidade para jogadores mais experientes. Os comandos são intuitivos e facilitam a entrada de novatos no gênero de luta, com combos automáticos e movimentação fluida. Ao mesmo tempo, há um sistema de 3 contra 3, onde é possível alternar entre os personagens durante a luta, realizar assistências e usar estratégias combinadas, um prato cheio para o competitivo.

Os controles são responsivos e os combates são intensos, cheios de explosões, poderes e transições cinematográficas que fazem jus ao anime. Cada personagem tem seu estilo único de luta e golpes icônicos recriados com fidelidade absurda.

Gráficos e Estilo Visual

Um dos maiores destaques de FighterZ é o seu visual. A arte em 2.5D com animações que imitam quadro a quadro o estilo do anime é simplesmente deslumbrante. Cada ataque especial, como o Kamehameha de Goku ou o Final Flash de Vegeta, é uma cena de espetáculo à parte. Os detalhes nas expressões dos personagens e nas explosões mostram o cuidado extremo com a estética original da obra.

Som e Trilha Sonora

A trilha sonora é energética e combina perfeitamente com o ritmo acelerado das batalhas. Além disso, o jogo oferece dublagem em japonês e inglês, com as vozes originais dos animes, algo que agradou bastante os fãs. Os efeitos sonoros dos ataques e transformações são fiéis e imersivos, fazendo o jogador sentir o peso de cada golpe.

Impacto e Recepção

Dragon Ball FighterZ foi um sucesso imediato. Recebeu críticas extremamente positivas, sendo elogiado por trazer uma abordagem mais técnica e competitiva aos jogos de Dragon Ball, sem perder o carisma e o apelo visual da franquia. Foi amplamente jogado em torneios de eSports como o EVO, algo inédito para a franquia até então.

O jogo também teve grande impacto na comunidade de jogos de luta, sendo elogiado até por jogadores veteranos de títulos como Street Fighter e Tekken.

Veredito:

Sem dúvida, Dragon Ball FighterZ ainda é um dos melhores jogos de luta da atualidade e uma das melhores experiências já criadas dentro do universo Dragon Ball. Com uma jogabilidade acessível, gráficos incríveis e fidelidade ao anime, o jogo é recomendado tanto para fãs de longa data quanto para jogadores casuais que buscam diversão de qualidade.